Metas que não cabem no ritmo atual.
Crescer, cortar custo, integrar uma mudança ou responder a uma meta nova, com a estrutura de antes.
“Qual prioridade dos próximos seis meses mais depende de pessoas para acontecer?”
Eu preparo lideranças para sustentar decisão, alinhamento e execução quando crescimento, mudança ou pressão ameaçam transformar a estratégia em gargalo humano.
Mais de 20 anos em multinacionais nos Estados Unidos e no Brasil.
Mais de 8 anos em diretoria.
O tempo mais valioso do executivo é o primeiro a ser consumido. A agenda enche do que só ele resolve, e a estratégia fica para a semana que vem.
Reestruturação, estrutura mais enxuta, IA dentro do trabalho. O que se espera de cada pessoa mudou. De quem lidera também.
Mais dados, mais possibilidades, menos tempo. A decisão importante demora, volta para a sua mesa ou precisa ser refeita.
É assim aí?
Antes de qualquer proposta, eu começo por aqui.
O trabalho começa por descobrir qual delas está custando mais caro agora.
Crescer, cortar custo, integrar uma mudança ou responder a uma meta nova, com a estrutura de antes.
“Qual prioridade dos próximos seis meses mais depende de pessoas para acontecer?”
A decisão relevante demora, sobe de novo, é refeita. A conversa difícil fica para depois.
“Que decisão relevante travou ou precisou ser refeita nos últimos 90 dias?”
Cada área entende uma prioridade diferente. A entrega perde velocidade e o retrabalho vira rotina.
“Três pessoas do seu time diriam a mesma prioridade do trimestre?”
A pressão não fica onde nasce.
Qual delas parece mais cara aí?
A estratégia fica clara na sala e se perde no time.
Essa frase nasceu de uma pesquisa com lideranças sobre o que trava a execução.
Não é programa pronto aplicado igual para todo mundo. A intervenção nasce do que o diagnóstico encontra.
Conversas estruturadas com as lideranças envolvidas e instrumentos de avaliação, para separar o sintoma que a empresa enxerga da causa que o gera.
Uma leitura clara da causa raiz (clareza, decisão, alinhamento ou prontidão da liderança), os indicadores que vão medir a evolução e a recomendação da intervenção.
Prática aplicada a situações reais de trabalho: decidir sob pressão, conduzir as conversas que estão sendo adiadas, alinhar lideranças e sustentar a execução.
O formato certo para o momento: palestra, workshop ou programa individual.
Indicadores definidos no diagnóstico, ligados a decisão, alinhamento e execução, acompanhados ao longo do trabalho e comparados com o ponto de partida.
Evidência da evolução para quem patrocina o trabalho dentro da empresa.
O que a fase 1 define é o que a fase 3 mede.
Sintoma × causa raiz.
Falta de comunicação e alinhamento entre líderes sênior e executivos.
Grande, mas silenciosa. Em cada empresa a origem é outra — é o diagnóstico que diz qual é a sua.
A fase de diagnóstico inclui instrumentos certificados internacionalmente, que medem a capacidade do profissional de:
O que esse trabalho desenvolve, em uma frase: capacidade de decidir, ter conversas difíceis e manter foco e energia quando a pressão aumenta.
O diagnóstico não é um produto: é como todo trabalho começa. Ele é a fase 1 de qualquer uma das três. E não existe escada obrigatória: uma empresa começa por uma palestra, outra direto pelo programa com a liderança principal.
Dar nome ao que está acontecendo com as lideranças e criar uma linguagem comum.
Territórios mais pedidos: decidir sob pressão · da sala ao time · sair do operacional · liderar enquanto a empresa muda
Transformar um ponto de atrito real em acordos concretos de trabalho.
Quando o diagnóstico mostra que o atrito é estrutural e não pontual, o workshop vira um trabalho contínuo com o time: as três fases ao longo de 90 dias, com acompanhamento das lideranças-chave e medição contra os indicadores do diagnóstico.
Acompanhamento 1:1 para quem carrega as decisões mais pesadas.
Foram mais de vinte anos em multinacionais nos Estados Unidos e no Brasil, em 8 países, com mais de oito anos em cargos de diretoria: L'Oréal, BOTOX, AbbVie e Galderma.
Estive dentro da aquisição da Allergan pela AbbVie, a sexta maior farmacêutica do mundo, onde liderei, junto com o RH, os programas de mentoria e de cultura durante a integração.
Em empresas family-owned, fui contratada para escalar o negócio e lançar produtos sem perder a cultura. Na americana ALASTIN Skincare, conduzi a preparação até a aquisição pela Galderma.
Aprendi ali o que eu trabalho hoje: quando a pressão cresce, não basta ter um plano. A liderança precisa conseguir decidir, alinhar e seguir executando.
L'Oréal · BOTOX · AbbVie · Galderma · ALASTIN Skincare
IIN, Especialização em Comportamento Humano (Nova York) · MBA em Innovation and Leadership, Rady School of Management, University of California San Diego · Finding Mastery, treinamento em liderança e alta performance (Califórnia)
“Saímos com clareza total do objetivo e acordos concretos de como colaborar.”
Roberta · CMO · empresa de smart living
“Discussões sempre ricas, leves e repletas de aplicações práticas. Foi um processo fundamental e transformador com resultados concretos.”
Camila · executiva internacional · multinacional farmacêutica
“Ela traz ferramentas práticas para o dia a dia da liderança que realmente funcionam. Saí da angústia da gestão para a segurança de uma executiva que sabe exatamente onde aplicar sua energia e como ser estratégica.”
Carla · sócia e diretora de atendimento · agência de publicidade
Não é terapia. Não é programa de bem-estar.
É preparo de liderança para que o custo humano da pressão não se transforme em custo de decisão e de execução para o negócio.
Antes de qualquer proposta, a gente entende onde a estratégia está perdendo força e qual intervenção faz sentido para o seu momento e para o seu time.
Três respostas que eu preciso para desenhar isso:Quem mais precisaria ver valor nisso?
De qual verba isso sairia?
Que resultado tornaria essa conversa urgente?